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BSCA projeta redução de até 40% na safra de cafés especiais do Brasil

Apesar de baixa, alta produção no ano passado vai ajudar a suprir necessidade dos mercados externos e interno

A colheita da safra 21 de café do Brasil se encaminha para a conclusão na maior área de produção de café tipo arábica e os impactos da seca devem comprometer também a produção de café especial do Brasil. Depois do ciclo anterior superar as expectativas tanto em volume, mas principalmente em qualidade, os primeiros números da  Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) mostram que a quebra, em relação ao ano passado, deve ficar entre 35% e 40%. 

O presidente da BSCA, Guilherme Salgado Rezende, destaca que apesar das condições climáticas adversas, em relação ao tamanho da peneira e quantidade de açúcar no grão - que era uma preocupação do setor há alguns meses, o cenário ainda é positivo.

"Nós estamos gastando mais litros de café para fazer uma saca, mas a peneira está mais graúda. Por ser uma safra menor, com menos grãos na árvore, o grão cresceu mais. Deu bastante grão chocho, mas o que ficou no pé e granou, compensou. Em termos de qualidade, temos sim qualidade boa, sem pontuações muito altas, mas interessantes", afirma. 

Daqui pra frente, a preocupação da BSCA também já se volta para a safra de 2022, que teoricamente voltaria a ser de ciclo cheio para o Brasil, mas desde o ano passado a planta sofre muito com a seca prolongada e posteriormente com três geadas. "As lavouras estão sendo muito a seca e teve o agravamento com a geada. Nós vamos ter com certeza uma perda no potencial da safra do ano que vem em torno de 15% a 20%", complementa. 

Apesar da baixa neste ano, o porta-voz ressalta que o Brasil não terá dificuldades para atender tanto o mercado interno como externo. "É uma questão muito díficil de mensurar, mas acredito que vamos conseguir suprir as necessidades principalmente pelo excesso que tivemos no ano passado. Acredito que não vamos ter problemas para abastecer o setor de cafés especiais", afirma. 

A BSCA estima que o custo de produção teve uma elevação de até 40% para alguns produtores nesta safra. "Tivemos uma colheita mais cara. Muitas vezes o preço subiu durante a colheita. E em relação aos insumos, já estamos vendo alta no adubo mais que o dobro. Um aumento em torno, para os insumos (fertilizantes e defensivos) entre 80% e 100%", finaliza. 

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